2.9.09

pra se ler em voz alta

e todas as coisas desse mundo
novo e velho
e dia e noite
coisas que me fazem querer outras
e de novo as mesmas
são tão repetitivas, Idalina
(...)

os ossos brancos do soldado enquanto há guerra

...

liberta-te escravo do que queres
desista

ah, tu não pode Idalina?
ou tú não quer Idalina?

as coisas todas se misturam no nada
e é preciso
partir

Paris?

Vagalumes lumes lumes lumes
lumes
lumes
lumes
lu-mes

a lógica ilógica do nada
você mora aqui?

depois você junta os pedaços das fitas
recolhe o lixo e se maqueia
começará a festa
você é a festa
Idalina

mas, não quero mais
não queres
não queres
não queres

és tão movida essa Idalina
conquista
e depois
(cansa)

2 Comentários:

Blogger Raskólhnikov disse...

há tempos não pisava por aqui. a emoção é a mesma. fico feliz por isso.

carinho e obrigado pela ajuda, Wal.

03 Setembro, 2009  
Blogger Viajando no Imaginário disse...

Olá eu sou acreano, poeta tenho hoje material para escrever media de três livros, inclusive uma monografia intitulada " O Ensino de Matematica através da Poesia uma Perspectiva Interdisciplinar' um rapaz chamado Caetano que trabalha aqui na farmacia popular me falou bem da SENHORA GOSTARIA DE LHE CONHECER

24 Outubro, 2009  

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